Costeira Amalfitana: uma amostra do paraíso
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Situada entre os Golfos de Nápoles e Salerno, a Costa Amalfitana é endereço certo para o verão, mas as belezas continuam lá, intactas no inverno. Foi a estação do ano em que a conheci: pouco trânsito, poucos turistas, restaurantes longe de estarem lotados. Quase um paraíso particular.
Cheguei em Salerno numa sexta à noite e terminei a tarde de
domingo em Nápolis, fazendo todo o trajeto de ônibus (mais detalhes sobre o
ônibus ainda neste post). Nesse fim de semana imerso numa paisagem encantadora,
fiz um roteiro curto e econômico (sim, é possível estar aqui sem gastar
fortunas, o que vai depender, como quase em qualquer lugar, do seu estilo de
viajante).
Salerno
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| Eu quase pirei quando descobri esta roda gigante em Salerno. Faz toda a diferença no já belo cenário que envolve a cidade. |
Muitos blogs de viagem não indicam ficar em Salerno como
base para conhecer toda a Costa Amalfitana, pois ela fica no final (sentido
Roma-Sul) da costa. Mas eu achei uma cidade muito interessante pra conhecer,
pois ela é grande, com mais de 140 mil habitantes (a cidade que estou morando em
Molise tem só 8 mil). Vale a pena se perder nas vielas e observar os prédios, mais antigos que muitas cidades brasileiras.
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| Algumas vielas parecem muito vazias quando você acorda antes das 8h e sai às ruas. |
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| As janelas com vasos de flor e sacadas graciosas são muito comuns em várias cidades italianas, especialmente as turísticas. |
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| Vale a pena deixar a preguiça de lado e acordar cedo para ver o nascer do Sol. Caminhe por toda a orla e aproveite o visual. |
A Costeira Amalfitana
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| Se eu falar que aquele prédio com janelão é o hotel Cetus, será que eu ganho umas diárias por lá? Sonhar não custa nada, né? |
Fiz todo o trajeto entre Salerno e Sorrento de ônibus (ainda
neste post as dicas pra quem quer fazer o mesmo). As fotos, inclusive, foram
feitas sentado à janela de um ônibus.
O caminho entre as cidades certamente é um dos pontos altos do passeio, porque as paisagens mais bonitas estão escondidas entre uma curva e outra.
Seja um hotel fixado em cima de uma rocha, uma casa com janelão com vista para o mar, rodeado de pés de limão. Tudo isso com a linha do horizonte ampla do mar, banhando praias bem diferentes das quais estamos acostumados no Brasil.
Esta estrada é super estreita e é a que liga as quatorze cidades que compreendem a costeira. A única praia que desci entre Salerno e Sorrento foi Amalfi, cidade que vou falar em seguida.
O caminho entre as cidades certamente é um dos pontos altos do passeio, porque as paisagens mais bonitas estão escondidas entre uma curva e outra.
Seja um hotel fixado em cima de uma rocha, uma casa com janelão com vista para o mar, rodeado de pés de limão. Tudo isso com a linha do horizonte ampla do mar, banhando praias bem diferentes das quais estamos acostumados no Brasil.
Esta estrada é super estreita e é a que liga as quatorze cidades que compreendem a costeira. A única praia que desci entre Salerno e Sorrento foi Amalfi, cidade que vou falar em seguida.
Antes, mais uma foto pra mostrar as belezas do caminho.
Amalfi
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| Amalfi foi a única cidade que conheci entre Salerno e Sorrento e moraria aqui só pra ficar deitado nas pedrinhas à beira mar. |
Amalfi é uma cidade medieval, sendo uma das repúblicas
marítimas mais antigas. Teve relações comerciais com o Império Bizantino e o Egito em tempos
bem remotos e chegou a dominar o mercado mediterrâneo. Hoje tem pouco mais que 5 mil habitantes e incontáveis belezas
naturais e arquitetônicas.
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| Assim que eu cheguei na cidade e desci do ônibus, me deparei com esta simpática avenida. O céu azul tornou o dia perfeito! |
A vantagem de ir no
inverno é que os restaurante não ficam tão movimentados. Andei um pouco pra
dentro e escolhi um lugar barato pra comer, mas com boa comida, o Bar DellaValle. Depois de ganhar mais uns quilos, pedi o tão famoso limoncello. Eu que
não gosto muito de álcool, achei bem forte. Mas pra quem aprecia deve ser bom,
ao menos é um patrimônio local, como o “maracujá Joinville” é pra minha cidade,
em Santa Catarina (risos).
| Limoncello: patrimônio da região de Amalfi |
| Cardápio do bar Della Valle. Comida boa e barata |
Os sorvetes na Itália são um show à parte: chamados de “gelatos”,
são mais baratos que os “gelatos” no Brasil, mesmo com a conversão nada
amigável do Euro. Além do mais, rende uma boa foto pro seu Instagram. Quem
nunca?
| A casquinha verde serve como uma colher que depois você come também. Bem tumblr, né? |
Antes de terminar de falar de Amalfi, mais uma foto pra
vocês.
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| O mar azul, as pedrinhas no lugar da areia e todo este cenário faz com que Amalfi seja especial, mesmo na época do inverno. |
Sorrento
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| Mar, rochas, montanhas e alguns prédios no meio disso tudo: Sorrento também tem seu pedaço do paraíso pra oferecer. |
Se você começou a Costeira Amalfitana por Salerno, é em Sorrento
que você começa a se despedir dela.
A cidade tem cerca de 15 mil habitantes e tem uma estrutura urbana completa, com estação de ônibus, trem e uma ligação rápida com Roma, cerca de três horas até o aeroporto de Fiumicino.
A cidade tem cerca de 15 mil habitantes e tem uma estrutura urbana completa, com estação de ônibus, trem e uma ligação rápida com Roma, cerca de três horas até o aeroporto de Fiumicino.
Um passeio imperdível em Sorrento é ir à Villa Comunale, com
vista para o mar e o Vesúvio (sim, aquele vulcão famoso por ter dizimado as cidades
de Herculano e Pompéia). A visita vale em qualquer horário, seja no nascer do
Sol ou quando ele se põe.
Foi dali que fiz algumas destas fotos.
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| Olhe para o horizonte e dê de cara com o Monte Vesúvio. Sorrento possui pequenas praças para apreciar esta vista de graça! |
Uma coisa que me chamou atenção na cidade foram os pés de
laranja plantados nas calçadas das ruas.
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| Com tantos pés de laranja nas ruas podemos supor que a população local não deva sofrer com falta de Vitamina C, né? |
É muito caro conhecer a região?
É possível conhecer estes lugares sem gastar muito. Mas
depende. Depende do seu estilo de viagem, se vai sozinho, a dois, com família
ou amigos.
No meu caso fui sozinho, não conheci tudo, mas valeu a pena fazer uma primeira viagem à Costeira Amalfitana pra depois voltar no verão. Foram apenas três cidades e obviamente deixei muita coisa de fora, como a ilha de Capri, por exemplo.
Cheguei sexta à noite e domingo ao meio-dia já estava em Nápolis (onde roubaram minha carteira, mas esta é uma história pra outro post).
Já estando na Itália, passar um fim de semana no estilo dos passeios que fiz não irá fazer você gastar muito mais que 100 euros. Moro cerca de 4h horas da região e fiz tudo à pé e de trem/ônibus.
No meu caso fui sozinho, não conheci tudo, mas valeu a pena fazer uma primeira viagem à Costeira Amalfitana pra depois voltar no verão. Foram apenas três cidades e obviamente deixei muita coisa de fora, como a ilha de Capri, por exemplo.
Cheguei sexta à noite e domingo ao meio-dia já estava em Nápolis (onde roubaram minha carteira, mas esta é uma história pra outro post).
Já estando na Itália, passar um fim de semana no estilo dos passeios que fiz não irá fazer você gastar muito mais que 100 euros. Moro cerca de 4h horas da região e fiz tudo à pé e de trem/ônibus.
Meios de transporte
Saí da região de Molise, na costa Adriática (onde moro) de trem
até Salerno. Para sair de Salerno ou Sorrento é possível comprar um ticket de ônibus que
vale por 24h e você pode fazer quantas viagens quiser pela Costa Amalfitana. Custou 10 euros.
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| O ônibus da SITA é um transporte coletivo que faz a Costa Amalfitana. Não esqueça de sentar à janela e levar sua câmera. |
| Você pode comprar nas tabacarias da região. |
Onde me hospedei?
Antes de mais nada, quero lhe dizer que você pode ganhar R$ 59 se cadastrando no Booking.com clicando neste link https://www.booking.com/s/11_6/eberso43
Em Salerno fiquei na Casa Maria. A dona Maria é uma italiana simpática, que inclusive conheceu o Brasil em algumas viagens pra fugir do frio nesta época do ano. Conversei com ela durante o café, entre alguns pães com Nutella servidos por ela. Paguei 24 euros por uma pernoite, em uma suíte privada e com teto solar. Atenção para os três andares de escada, única opção de acesso.
Em Salerno fiquei na Casa Maria. A dona Maria é uma italiana simpática, que inclusive conheceu o Brasil em algumas viagens pra fugir do frio nesta época do ano. Conversei com ela durante o café, entre alguns pães com Nutella servidos por ela. Paguei 24 euros por uma pernoite, em uma suíte privada e com teto solar. Atenção para os três andares de escada, única opção de acesso.
Na outra noite já estava em Sorrento e dormi num hostel
chamado Le Sirene. Só tinha mais uma pessoa no quarto e foi bem tranquilo. A
recepção fica num prédio ao lado, junto à uma agência de viagens. 23 euros a
diária.
Quer saber mais sobre a Itália? Falei um pouco sobre Milão nos posts anteriores.
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